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A música na e da Igreja deve servir para exaltar e glorificar a Deus, pois
ele nos aceita, ama e salva. A música expressa a comunhão da comunidade de
Cristo através do louvor, da lamentação, da petição, da confissão do
testemunho. O canto e a música são instrumentos para a proclamação pública e
inerente ao Evangelho. A música que se expressa através da voz humana, dos
instrumentos musicais, da rítmica, da dança, da liturgia e outras formas é
resposta da comunidade ao amor de Deus, manifesto em Cristo. Estas
definições estão presentes no regimento interno do Conselho Nacional de
Música e norteiam seu trabalho.
Criado em 1982, em substituição ao Departamento de Musica Sacra, o Conselho
Nacional de Música, CNM, reúne representantes dos 18 sínodos que integram a
IECLB. Ele realiza uma reunião anual para troca de experiências e
planejamento, visando o desenvolvimento da música em nossa Igreja. Além de
servir com um elo de ligação entre obreiros(as) e leigos(as) que trabalham
com música em nível de IECLB, ele têm perfil propositivo, sugerindo ações ao
Conselho da Igreja, instituição ao qual está diretamente subordinado. A cada
quatro anos é eleita uma nova coordenação, composta de um(a) coordenador(a)
e um(a) vice, dois(duas) secretários(as) e um (a) tesoureiro(a).
Entre as propostas do Conselho está a abertura de um espaço maior para a
música brasileira no repertório eclesiástico, pretendendo-se, para tal,
promover festivais sinodais de Música Sacra. Outra prioridade para os
próximos quatro anos é a formação dos músicos eclesiásticos, tanto
profissionais quanto voluntários. Neste sentido, o CNM apoiará a criação do
Curso Superior de Musica Sacra no Instituto Superior de Música de São
Leopoldo, vinculado à Escola Superior de Teologia (EST). "A unidade da
Igreja tem na música sua maior aliada", argumentam os integrantes do CNM. A
coordenação também assumiu o compromisso de providenciar a distribuição do
caderno de partituras Cantate Domino (CD) durante o 24º Concilio da IECLB,
em outubro. Esta edição será bienal, 2004-2005, e conterá também partituras
das músicas para o tema da Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2005.
Também se pretende fixar um novo convênio com a Editora Sinodal, para a
publicação do material produzido pelo CNM.
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